quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

O CORPO E A IMAGINAÇÃO CRIATIVA

Exercícios de Conscientização do Esquema Corporal , Sensibilização e Imaginação Criativa

Em muitas escolas não temos recursos de audiovisual. Mesmo assim, a professora pode criar atividades que estimulem seus alunos cegos ou com baixa visão a desenvolver a criatividade e o autoconhecimento.
Selecionamos algumas práticas que já desenvolvemos com crianças, adolescentes e adultos em escolas regulares e em escolas vocacionais de música.
As práticas são exercícios de sensibilização, relaxamento e conscientização do esquema corporal.
Para os exercícios não escolhemos exemplos com imagens, propositalmente.
Podem ser ministrados numa classe em que alunos sem deficiência visual, com baixa visão ou cegos podem atuar juntos.
Modificamos a linguagem e o ritmo dos exercícios, conforme a faixa etária da classe e podem se desenvolver em várias aulas.

1º Exercício


*****Valorizamos o som, o toque, a concentração, a imaginação criadora, a direcionalidade,a lateralidade, a percepção auditiva, o controle e a consciência corporal



Formação: Alunos dispersos pela sala no pulso direito uma fita de seda
( 70cms ), no esquerdo uma corda fina de sisal ( 70cms ).
Os alunos se movimentam movendo as fitas ao som do fundo musical, com os comandos sugeridos abaixo.


1- Dançando com as fitas em movimentos circulares, acima da cabeça, rodando sobre o chão, de um lado....do outro lado ( ou nomeando direita x esquerda ). Individualmente, em dupla, em trio, etc.....Conforme o tipo de entrosamento pretendido.
2- A um determinado momento a profa começa a sugerir que passem de forma alternada e bem devagar as fitas nos braços, nas pernas, no rosto experimentando as diferentes texturas
3- Agora sem as fitas, sugerir que passem a mão no rosto, sentindo os contornos da face, do nariz da boca, as sobrancelhas....os cabelos .
Experimentar movimentos com os olhos, sons com a boca, movimentar as bochechas...fazer caretas
** Gosto de fazer estes exercícios de olhos fechados para que um não influencie o outro
Passar para as outras partes do corpo......
• Sentir os braços, os pelinhos dos braços...abraçar a si mesmo
• Sentir as mãos, os dedos, apertar uma contra a outra, etc.....
• Continuar com as pernas, pés, abdômen, costas........
* *Terminar sempre com movimentos livres ou com um relaxamento

F
undo Musical sugerido:
*Ária da 4ª Corda de J.S. Bach ( Ária in G )
*Lento do Concerto em Fá menor , no 2 ,op21, 2º movimento - Frédérick Chopin.
* Concerto duplo em Ré menor ( 2 violinos ) BWV1043 de J. S. Bach
* Valsa Para Uma Menininha - Vinícius de Moraes e Toquinho
*Corujinha Vinícius de Moraes
* Ou qualquer trilha sonora que permita ou sugira movimentos lentos e amplos.



2º Exercício: História Sonora

*****Desenvolvimento da imaginação criativa, a atenção continuada, a percepção auditiva, a direcionalidade do som, a consciência do corpo no espaço e a socialização.

Formação: Turma sentada em círculo.... No meio da roda estão distribuídos instrumentos convencionais e materiais diversos ( papéis de diferentes texturas, plásticos, favas com sementes, radiografias velhas, gravetos.....o que a professora puder recolher para a atividade.


1º - A professora conta a história

2º - Cada aluno escolhe um elemento que foi colocado no centro da roda
3º -Todos juntos pesquisam e organizam os sons que poderiam ser usados em uma “sonoplastia” ou na recontagem da história.Também podem ser empregados sons corporais ou vocais...sons onomatopéicos )
4º Os alunos se agrupam por timbre sonoro e escolhem em que parte da história irão atuar

5º - A professora reconta a história com os alunos fazendo a sonoplastia
6º - A história é recontada, sem a fala da professora, só com os sons feitos pelos
alunos
***A professora pode “reger” o desenrolar da história ou pode sugerir que um aluno o
faça.
*** A turma pode criar uma outra história e sonorizá-la

O exercício pode ser aproveitado para a feitura de uma listagem de sons:
*Sons da natureza x sons emitidos pelo homem
* Sons agudos x sons graves
* Sons longos x sons interrompidos ( curtos )

História : “Guilherme e o Jogo de Futebol
Guilherme sai de casa batendo a porta ( som de batida da porta ), apressado
( sons de passos ) para ir ao campo jogar bola.
Corta caminho vai pelo terreno baldio, cheio de galhos cortados e folhas caídas no chão.( sons de galhos pisados, folhas etc... ).
Nossa! Sente pingos de chuva..( sons de pingos de água )......A chuva vai aumentando
( sons da chuva aumentando) e Guilherme corre ( passos correndo ).
De longe vê seus amigos ...Grita: oi ! oi!...Todos respondem ( sons de vozes )
Guilherme já chega chutando a bola ( som do chute na bola ) em direção à rede e grita: GOOOOOOOL ( todos podem gritar gol )

AUDIODESCRIÇÃO

AUDIODESCRIÇÃO - e o acesso aos meios de comunicação

A audiodescrição permite ao deficiente visual o acesso aos meios de comunicação como a televisão, o cinema, a dança, o teatro e as artes em geral , descrevendo a cena que se passa na tela, no palco ou mesmo em uma exposição de artes plásticas.
Atualmente, também em eventos esportivos, já encontramos este recurso que permite aos deficientes visuais participar, em tempo real, da emoção de um jogo ou uma competição esportiva qualquer.
“Desde 1º de julho de 2011 foi instituída a obrigatoriedade, de pelo
menos duas horas semanais, de conteúdo com autodescrição para as
emissoras com sinal aberto e transmissão digital, na condição de faixa
de áudio adicional” ( Wikipédia )


Como exemplo de exercício selecionei o vídeo “Alma Carioca: um Choro de menino”.
Vídeo:HTTP://youtu.be/knPc4pf5rms

Ele descreve a vida de um menino da zona portuária do Rio de Janeiro, suas brincadeiras e a atração que sente ao ouvir os primeiros acordes de um cavaquinho.
A partir daí cada empinada de pipa ou um jogo de búlica eram interrompidos pelos sons do “Choro”.
Descoberto pelo grupo de “chorões” , o menino é convidado por eles para ingressar naquele mundo de fantásticas sonoridades e ritmo.
A história nos remete à realidade dos mestres deste gênero, o “Choro” , no início do século XX e pode ter feito parte da vida de Donga, João da Baiana ou Pixinguinha.
O tema executado é “Vou Pra Casa “ de autoria de Pixinguinha

Desenvolvimento:

1- A professora fala um pouco sobre a história do “Choro” , a vida da sociedade na época e sobre a zona portuária no Rio de Janeiro - onde se estruturaram vários gêneros da música popular brasileira.
2- Coloca o vídeo e descreve as cenas....comenta a questão da iluminação na época.... as ladeiras.... o calçamento de pedra....as brincadeiras infantís.
3- Enquanto descreve ela vai chamando atenção para os sons escutados.
O vento nas roupas do varal, o sino da igreja, o apito do navio, o som das bolas de gude.......o som de vozes
Os primeiros acordes do cavaquinho....o pandeiro.... o grupo instrumental .... a flauta...
Agora todos vão interagir.......
***Obs: A aula foi estruturada para uma turma de alunos cegos ou com baixa visão ou em uma classe junto com alunos sem deficiência visual.
Sugestões
1- Ao ouvirem qualquer um dos sons evidenciados pela professora, levantam o braço e falam o que ouviram ( vento...sino... som de cavaco..... o conjunto instrumental )

2- A professora distribui para um grupo papéis variados ( para imitar o som do vento nas roupas do varal ), sininhos ( para serem tocados na hora em que ouvirem o som dos sinos da igreja). Apitos para imitarem o som do navio. Um instrumento de corda para o aluno dedilhar ao ouvir o cavaco. Uma flauta doce que fará um som qualquer ao ouvir o som de instrumento de sopro.
**Todos terão caixinhas ou qualquer potinho com sementes para acompanhar o conjunto instrumental quando ele executar o Choro
A aula termina com todos tocando os “chocalhos” e dançando livremente pela sala.



sábado, 19 de outubro de 2013

ATIVIDADES PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

O Alfabeto Móvel é um recurso muito usado na alfabetização nas classes regulares e nas salas de recursos multifuncionais com os alunos que apresentam deficiência intelectual.
No desenvolvimento da atividade, o professor deve considerar o emocional de seu aluno, o tempo de concentração que ele suporta e o estágio da alfabetização em que se encontra . Os novos desafios serão apresentados a cada etapa vencida. Outro fator importante a ser observado, é a capacidade do professor em manipular os exercícios oferecidos. Salvo casos especiais, a criança sempre aprecia novidades e se sente estimulada com os novos desafios. Abaixo selecionamos algumas possibilidades de exercícios com diferentes apresentações do alfabeto móvel. Os recursos são infinitos..Observem este feito em tampinhas de refrigerante da oficinaped.blogspot.com
*1- Com as letrinhas soltas o aluno já pode ir formando palavras com os fonemas que conhece e assim ir descobrindo novas possibilidades
*2- É importante que ele tenha sucesso, assim o professor deve procurar palavras fáceis e do interesse do aluno.
*3- As variantes irão acontecer conforme o progresso do aluno.De letras soltas pode-se partir para fichas de sílabas e até de frases para o desenvolvimento da leitura.
*4- As fichas soltas podem formar um quadro com sílabas em ordem inversa para serem ordenadas. O trabalho podem ter sua dificuldade minimizada com o apoio visual de figuras ..como o quadro abaixo


*5-No blog de endereço,alfabetizacaocefaproponteslacerda.blogspot.com, encontramos um quadro mais complexo que pode ser apresentado para alunos em estágio mais avançado.
Atividade “A”: Caixa rasa com cartelas soltas de sílabas e figuras.
Atividade “B”: 1-EVA com figuras do lado esquerdo e com quadriculados que correspondem ao número de letras da palavra à esquerda.
2- Fichas com letras soltas




Criando variações em Jogos

1- A Caixa de Segredos. ( jogo simbólico )
Formação: Uma grande caixa com figuras de animais, personagens e objetos variados... O aluno olha para o lado, retira uma figura ou objeto e diz uma palavra ou cria uma história
Objetivo: Desenvolver a expressão oral
Obs: A profa pode, propositalmente, colocar na caixa objetos que tenham relação com o ambiente afetivo do aluno


2-Alegre x Triste
Antes conversar sobre sentimentos. O que o faz ficar alegre ou triste...... No final, pedir que conte alguma coisa alegre ( ou triste ) que aconteceu com ele.
Objetivos: Desenvolver os reflexos, a atenção continuada, a lateralidade .Trabalhar a expressão oral
Formação: Profa com duas imagens de figuras coladas em um prato de papelão Uma figura com expressão alegre.Outra figura com expressão triste Aluno: com uma fita azul em uma das mãos e uma fita vermelha na outra mão **O aluno irá escolher que cor irá representar cada uma das figuras
Regra do jogo: A profa mostra de forma alternada uma ou outra figura e o aluno deve levantar a fita com a cor que escolheu para representá-la.... Quando a profa mostrar as duas figuras ao mesmo tempo.......... Peça para o aluno decidir o que ele fará.....

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Teoria e Plano de AEE

O texto de Rita Bersch e Geisa Block aprofunda o aprendizado que obtivemos no curso, em relação à importância das parcerias na solução dos problemas enfrentados pelo aluno João ( Caso João, org. Grupo Inspiração Divina, 2013).
Uma rede colaborativa, tecida com informações cedidas pelo próprio aluno, por familiares, por colegas e professor da sala de aula, por gestores e profissionais da escola
( inspetores,técnicos e arquitetos), pelos profissionais da saúde e reabilitação.
 Uma rede de informações que vai elucidar quem é este aluno, suas deficiências, suas habilidades e os aspectos da sua vida pessoal, social e emocional.
Neste ponto, as autoras propõem uma reflexão sobre a atuação do professor de AEE, no estudo e avaliação destas informações. Apontam que na busca pela autonomia e desenvolvimento de João, a professora de AEE organiza e analisa as informações que culminarão na solução do problema e na elaboração de um plano de atendimento ao aluno estudado,.    
No texto que fala da “solução do problema” para o caso João, o grupo S. Cristovão I apontou o interesse de João por jogos, sua defasagem em relação à leitura e ao conteúdo da série e sua dificuldade na escrita agravada pela deficiência na coordenação motora fina.
Bersch e Machado ressaltam a importância e o direito das crianças, deficientes  de brincar, de “ser criança”.
O lúdico, as brincadeiras, para crianças deficientes ou não, ajudam na formação, na construção e na transformação do conhecimento adquirido em novos saberes.
Nos jogos, João pode reforçar o aprendizado da leitura, exercer a criatividade, aprender e criar novas regras em interação com seus colegas de classe.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Tecnologia Assistiva


Tecnologia Assistiva e a Coordenação Motora Fina

Ao pesquisar recursos de tecnologia assistiva  pensamos  no Caso AMIRA,  estudado pelo grupo S. Cristovão I.

Nota  :AMIRA  apresenta deficiência compatível com o diagnóstico de Polineuropatia Periférica Sensitivo Motora Congênita, conhecida como Síndrome de Charcot- Marie-Tooth. Este é um distúrbio que afeta os nervos que controlam os músculos. Normalmente não oferece risco à vida, ou afeta funções cerebrais, não é contagioso, mas é hereditário e progressivo. Lentamente os pacientes perdem a mobilidade normal dos pés, pernas, mãos e braços, pois os nervos degeneram os músculos. Amira foi encaminhada ao AEE do seu colégio, devido à suas dificuldades motoras de locomoção, de coordenação motora fina e desequilíbrio fácil. 

A tecnologia assistiva compreende todos os recursos e serviços que proporcionam e/ou ampliam as habilidades funcionais das pessoas portadoras de deficiências.Assim,não podemos pensar só em equipamentos de alta tecnologia. Algumas adaptações podem ser confeccionadas pelos professores e familiares.

Selecionamos alguns recursos que, com a progressão de sua síndrome, Amira precisará para facilitar a sua autonomia na rotina diária.
Estes recursos podem ser apresentados com outros tipos de adaptação e podem ser confeccionados com tubos de espuma, folhas de EVA, elásticos,etc...).

As mãos de AMIRA  estão cada vez mais fechadas e perdeu o movimento de pinça.
As alças  da escova de dentes, da tesoura, do copo e do adaptador para o telefone prendem suas mãos aos objetos. A mesma função é observada no garfo adaptado.
O tubo de espuma engrossa os cabos dos talheres, também  facilitando a apreensão  dos talheres nas mãos..Este procedimento pode ser usado também no lápis para facilitar a escrita.
AMIRA ainda é bem resistente aos objetos com adaptadores, mas aceitou que as baquetas  do xilofone que toca no colégio, fossem engrossadas com espuma

Recursos e Adaptações Para Portadores com  Limites em Coordenação Motora Fina

      Mas, não podemos prescindir de tudo o que as novas tecnologias oferecem.
O recurso abaixo descrito pode ser utilizado por portadores de dificuldades diversas. Foi por nós escolhido como alternativa ao trabalho com Amira, por esta não se adaptar e recusar o uso do teclado colmeia. Diz que prende seu dedo e atrapalha sua digitação.
Com o avanço da síndrome, suas mãos estão se fechando e já perdeu o movimento de pinça, mas pode mover suas mãos sobre o teclado sem arrastar. Amira possui habilidades cognitivas e visuais normais.
Colocamos todas as informações contidas no site, porque sua aplicabilidade atende a muitos tipos de deficiência.


Em azul estão marcadas as informações que podem beneficiar AMIRA



   


 O teclado IntelliKeys USB introduz um novo conceito: um teclado que muda de aparência em segundos, permitindo acesso físico, visual e cognitivo para pessoas portadoras de uma ampla gama de dificuldades.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

      O Professor de AEE

         Antes de pensarmos no papel do professor de AEE é importante lembrar que o desenvolvimento do seu trabalho  deve estar entrosado com todos os outros professores e funcionários da instituição onde atua.
                   Uma de nossas colegas de curso relatou ter sido impedida de entrar na sala de aula pelo professor regente da turma.
Pouco caso com a condição da aluna? Insegurança por se sentir observado? Falta de conhecimento da função da colega e da possibilidade de um trabalho  conjunto , visando o desenvolvimento da aluna?
Qualquer uma das hipóteses é possível de acontecer.
                  As situações acima apresentadas demonstram a importância da contribuição da gestão escolar, como elemento facilitador, para uma melhor visibilidade da função do professor de AEE junto ao aluno deficiente e todos os outros grupos do ambiente escolar.
                  O papel do professor de AEE deve estar claro para a comunidade escolar. Ele não vai impor procedimentos pedagógicos, mudanças de conteúdo ou novos métodos de avaliação. Seus atendimentos não serão oferecidos como “reforço” do conteúdo da série.O trabalho na Sala de Recursos Multifuncionais exige outras estratégias pedagógicas.
 Após receber o aluno, indicado por um laudo  médico ele elabora um  “Estudo de Caso” do aluno.
                 No “Estudo de Caso” ele pesquisa e organiza todas as informações constantes do laudo médico , dos diferentes setores da escola e as informações sobre a sua vida no contexto familiar.Identifica a deficiência apresentada, podendo aí fazer entrevistas e procurar informações mais detalhadas sobre as características do problema, sua evolução e cuidados a serem observados.
                 Na escola entrará em contato com o professor da classe procurando saber suas dificuldades na rotina escolar, se há problemas no desenvolvimento cognitivo, físico, de comunicação ou emocional.
        Todos os profissionais da escola que interagem com aluno devem ser contatados.
        De posse de todas as informações o professor começa a elaborar um Plano de AEE para o aluno atendido.
       O roteiro é mais ou menos padrão para todos na sua estrutura. O que vai mudar são os recursos pedagógicos e as estratégias a serem seguidas.
        O professor determina o objetivo a ser atingido, organiza o período, horários, frequência e o tempo do  atendimento. Avalia a funcionalidade e a aplicação das atividades a serem desenvolvidas. Pesquisa os recursos pedagógicos mais adequados para a solução do problema. Providencia compra de materiais ou participa da elaboração de outros.Confere as possibilidades de acessibilidade na sala de aula e nos outros ambientes da escola.Estabelece parcerias com profissionais do setor da saúde, com a família, com os professores da série, com os professores de atividades, com os colegas de turma, com a equipe pedagógica, funcionários   e diretores da escola.
       No registro do plano é importante constar que a avaliação será contínua, durante todo o processo
      O papel do professor de AEE é muito importante para que o aluno por ele atendido,  amplie suas habilidades funcionais e cognitivas, conquistando assim, maior autonomia e participação nas atividades do dia a dia.
(*texto oferecido pela UFC:Fascículo 1e2)




sexta-feira, 24 de maio de 2013

Nossos Jovens e as Novas Tecnologias

Vídeos sobre Internet

O desenvolvimento acelerado é fascinante,mas preocupa.
Não nos preocupam os avanços tecnológicos,mas o poder que tem o mundo digital de abrir nossos horizontes e ao mesmo tempo nos aprisionar.
Ele abre horizontes pela facilidade de acesso à informação e aprisiona quando pode viciar.
Assisti à uma reportagem em que vi jovens no recreio,juntos em círculo,mas cada um navegando ou enviando mensagens.
Duas irmãs, cada uma no seu quarto, conversando por mensagens ao telefone. Em outro bloco, o rapaz tinha abandonado os estudos para ficar o dia inteiro "navegando" e jogando na internet.
Os "Rafinhas" precisam de muita orientação para que não caiam neste tipo de cilada.

        Rafinha2.0
        Duração: 9min36seg,em português
        http://www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvg&eurl=http%3A%2F%2Ftdeduc%2Ezip%2Enet%2F





Novas Tecnologias ...Novo Aprendizado

O vídeo “Help  Desk na Idade Média” mostra a dificuldade do homem em manipular novas tecnologias.
O ser humano, quase sempre, se mostrou resistente a novos comportamentos e idéias.
Nem sempre, só as novas tecnologias  nos assustam. Novas expressões em arte também não são logo aceitas.
As artes visuais, o teatro , os diferentes períodos da música erudita e, até mesmo, gêneros musicais populares, como o samba, o rock, o funk, encontraram  barreiras para serem compreendidos, interpretados.
Já me senti como o monge do vídeo, tendo que mudar a forma de raciocinar e aprender do zero, para me alfabetizar na linguagem  digital.
Os caminhos da conquista do conhecimento não são tão complicados. Nossa ansiedade e medo do desconhecido é que embotam o raciocínio.
O que nos salva no final deste combate é que ao  mesmo tempo que nos assusta, o novo também nos instiga para novas descobertas.
Ele nos conquista com a possibilidade de sermos mais ativos e participantes no acesso aos saber, na variedade de escolhas e na interação entre pessoas e culturas diferentes.
As novas gerações não sentirão tanta dificuldade. Os jovens já estão alfabetizados no mundo das novas tecnologias.
Help Desk na Idade Média
Duração2min39seg, em inglês, com legenda em português

HTTP://www.youtube.com/watch?v=IJq-x2Vrv8c



NOVAS TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO-Uma reflexão para professores e alunos

          Abrimos o texto confessando pouca intimidade com a variedade de recursos dos meios telemáticos.
Para todos que se dedicam à educação esta constatação se torna um desafio, que obriga o professor do século XXI a buscar novas metodologias de ensino.
         O texto de Moran exemplifica e elucida um leque de diferentes terminologias, procedimentos e a importância da capacitação dos envolvidos no processo ensino-aprendizagem on line: não só alunos, professores, coordenadores e diretores mas, também, observar a necessidade de um apoio tecnológico sempre presente.
          As possibilidades são variadas. Pensamos estar a questão em adequar qual a melhor estrutura ou qual a estrutura possível, para este ou aquele curso. Qual o meu público alvo? Que metodologia usar? Como gerenciar? Que competências pretendo atingir? A “química destes ingredientes” pode fazer toda a diferença. As conquistas são reais e já constatadas em muitos cursos online.
A possibilidade de atingir alunos em lugares distantes e capacitar um grupo maior de professores é um ganho do progresso tecnológico virtual, já desenvolvido pelos cursos à distância.